segunda-feira, 12 de abril de 2010

Lançamento e aula inaugural em Floripa


Florianópolis é uma cidade linda. Todos sabem. Muitos também conhecem a energia que emana da UFSC, importante centro de formação e pesquisa.

Meus amigos e colegas do Serviço Social são intelectuais inquietos, reflexivos, sempre em busca de espaços de discussão. Será muito bom estar com eles nessa semana.


2 comentários:

Anônimo disse...

Olá Marco Aurélio,

Muito mais instigante a proposta de ser politicamente contra a política do que a discussão sobre a mulher na política (programa Em Questão). Ando bem desgastada com as questões de gênero: hoje em dia, só considero discutir questões do gênero humano. Se humanas somos sendo mulheres, vamos em busca do que nos irmana com os humanos homens e não daquilo que nos diferencia e aparta. Ser politicamente contra o atual modelo de política que alcançamos como humanos parece instigar a procura por um modelo políticamente melhor - humano ainda, mas melhor. Por que não? Só uma obs final meio malévola, sendo eu - segundo minhas amigas, 'a mais machista das mulheres' - você reparou que foram exatos 3'16" até que você conseguisse falar diante de duas mulheres no programa da Maria Lidia com a Marta sobre as mulheres na política???
Cris Sant'Anna

M. A. Nogueira disse...

Entendo e aceito. Mas fui convidado para falar sobre mulher e política, mulher na política. Não há como recusar, até para se fazer o mesmo movimento reflexivo que você: precisamos pensar uma política que não se apoie em diferenças de gênero ou sociais, mas que unifique e possibilite a cada um a expressão das questões e pulsões pessoais, coletivas, etc.
No caso do programa, não entendi se vc achou que 3'16 foi um tempo longo ou curto. Prá mim, foi curto, porque estava em minoria na mesa e tinha de debater uma personalidade midiática e revestida de popularidade. Além disso, a propria mediadora também tinha o que dizer. E eu sou apenas um livre pensador, que não cabe com suavidade e conforto naquele ambiente.